Não há nada melhor que trabalhar com qualidade de vida. Poder interagir, sugerir opiniões sem medo de ser demitido ou de ofender algum colega de trabalho, são um dos principais motivos que nos fazem ser reservados, o que acaba por gerar um ambiente, muitas vezes pesado, saturante e nada dinâmico.

Hoje em dia, os profissionais estão cada vez mais com um perfil multifuncional e polivalente e para complementar essas mudanças, um novo modelo de gestão interna se fez necessário para acompanhar esse progresso. Foi então que por uma questão de adaptação, empreendedores resolveram quebrar paradigmas e revolucionar suas empresas. Essa revolução se deu a partir de uma necessidade de mercado e resultou em “empresas humanizadas”.

 

Você já ouviu falar em humanização de empresas?

Comumente engajadas em causas sociais ou ecológicas, a cada dia essas novas empresas estão revolucionando o mercado. Elas visam a melhoria da qualidade de vida e de trabalho de seus colaboradores, primam pela construção de relações mais justas e democráticas, quebram paradigmas, dispensam as desigualdades sociais, respeitam crenças, gostos, diversidades de raças, gêneros, opiniões e ainda contribuem para o crescimento individual e coletivo de seus colaboradores. Empresas humanizadas focam nos resultados, crescimento e desenvolvimento profissional de cada indivíduo. Promovem o exercício da “cidadania corporativa”, onde todos a partir de suas diferenças e singularidades contribuem para um maior engajamento em equipe, com qualidades e características próprias que somam nos resultados de um bom trabalho em conjunto.

Saber aproveitar potenciais diferenciados, lapidar profissionais, encontrar talentos ocultos, incentivar os colaboradores a desenvolver novas áreas de interesse faz com que se transformem acima de tudo em seres humanos motivados. Pessoas que se sentem realizadas e bem resolvidas em seu propósito profissional rendem um ambiente de trabalho prazeroso que resulta em boas ideias e maior participação em equipe. Com todo mundo trabalhando feliz e engajado, fica bem mais fácil gerar bons resultados.

“As empresas têm um enorme potencial para fazer o bem no mundo. Muito do bem está sendo feito atualmente ‘inconscientemente’, simplesmente criando produtos e serviços que as pessoas valorizam, criando postos de trabalho e gerando lucros. No entanto, o negócio também pode ser feito muito mais conscientemente, com um propósito mais elevado…” (John Mackey – cofundador e Co-CEO do Whole Foods Market).